O website da sua empresa está preparado para LGPD? (Lei Geral de Proteção de Dados)

LGPD estabelece novas regras de privacidade e segurança on-line

Criada para promover a proteção aos dados pessoais de todo cidadão que esteja no Brasil, a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) altera alguns artigos do Marco Civil da Internet e estabelece novas regras para empresas e órgãos públicos no que diz respeito ao tratamento da privacidade e segurança das informações de usuários e clientes.

O ponto central da nova lei é que nenhuma instituição pode utilizar os dados de nenhum cidadão sem o seu consentimento explícito.

A LGPD também traz garantias para o usuário, que pode solicitar que seus dados sejam deletados, revogar um consentimento, transferir os dados para outro fornecedor de serviços, entre outras ações. E o tratamento dos dados deve ser feito levando em conta alguns quesitos, como finalidade e necessidade, que devem ser previamente acertados e informados ao cidadão.

 

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Em 2019 o Chrome passa a classificar todos os sites sem HTTPS como ‘não seguros’

Desde julho de 2018, o Google vem intensificando a sua luta em defesa de um protocolo mais seguro para a troca de informações na internet. Todos os sites que não usam HTTPS hoje, são classificados como “não seguros” pelo navegador Chrome, desde então ocorreram diversas mudanças no posicionamento da empresa em relação ao HTTP e HTTPS.

O HTTPS é um protocolo que usa criptografia para embaralhar as informações de um modo que elas só possam ser compreendidas pelo receptor. Assim, a navegação fica mais segura e com menor risco de ser interceptada por hackers.

Já o HTTP é um protocolo mais antigo e menos seguro, que pouco a pouco tem sido abandonado pelo Google. Ainda em julho de 2018 a empresa passou a exibir então um cadeado verde na barra de endereços do Chrome para indicar que aquela página é segura.

Mas em setembro 2018, a empresa passou a exibir apenas um cadeado cinza discreto na barra de endereços em sites com HTTPS, e a meta é exibir cada vez menos para os usuários o status de “seguro”.

Isso porque, de acordo com o Google, os usuários devem esperar que a web seja segura por padrão, e eles só precisam ser avisados quando houver algum problema. A ideia é inverter as coisas.

A partir da versão Chorme 70, lançado em Outubro de 2018 todos os websites sem protocolo HTTPS, passaram a ter um alerta vermelho com a inscrição “Não Seguro”, sempre que for utilizar algum campo de texto.

É importante lembrar que o simples fato de um site ter HTTPS e cadeado de segurança não significa exatamente que ele seja “seguro”: apenas indica que os dados entre você e o servidor de destino serão criptografados, dificultando que alguém intercepte as informações.

Fonte: Olhar Digital